VIVA: Programa de capacitação e empoderamento de pessoas com deficiência

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Liderado pela Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) em colaboração com a Associação Salvador, o projeto VIVA identifica um conjunto de barreiras – físicas, políticas, comunicacionais – que tornam a inclusão plena das PCDI um processo em construção e longe de estar concluído.

Persistem lacunas de conhecimento, atitudes discriminatórias e insuficiente preparação institucional, que limitam a efetivação de direitos consagrados pela Constituição da República Portuguesa e pela Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Para ultrapassar estas barreiras, o VIVA promove competências digitais, pessoais e sociais, reduz o isolamento, combate os estereótipos, reforça a autonomia e cria oportunidades de participação comunitária e laboral.

A operação inclui um conjunto de 82 ações de sensibilização e capacitação, em formato online, abordando temáticas como direitos humanos, cidadania ativa, inclusão, autonomia, self-advocacy, vida independente, acessibilidade, empregabilidade, prevenção de violência e autoproteção.

Este projeto destina-se não só a PCDI, mas também cuidadores, familiares, agentes públicos e privados em contextos como escolas, serviços de saúde, empresas, órgãos de justiça, forças de segurança, instituições culturais, autarquias e comunicação social.

O VIVA está alinhado integralmente com o Referencial do Programa para a Inclusão e Cidadania (PIC), com a Estratégia Nacional para a Inclusão das Pessoas com Deficiência (ENIPD) e com a Estratégia Europeia para os Direitos das Pessoas com Deficiência 2021-2030 (EEDPD 21-30).

A iniciativa está enquadrada numa candidatura ao programa PESSOAS 2030, para as Regiões Norte, Centro, Alentejo, Lisboa e Algarve, cofinanciada pela União Europeia.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][us_btn label=”Saber mais” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fspem.pt%2Fprojetos-spem%2Fviva-vida-inclusiva-valorizacao-da-autonomia%2F%22%7D”][/vc_column][/vc_row]

Bootcamp e This Is Me online

Ao longo dos dois primeiros dias, 17 participantes tiveram acesso a sessões de preparação focadas no desenvolvimento de competências essenciais para a empregabilidade, como a comunicação, a apresentação do percurso profissional, a preparação para entrevistas e a valorização das suas competências e experiências. Este momento permitiu reforçar a confiança dos candidatos e prepará-los para o contacto direto com empresas.

No terceiro dia, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar o seu percurso, competências e ambições profissionais através de um pitch perante um conjunto de empresas convidadas. Esta edição contou com a participação de 24 empresas, que puderam conhecer candidatos qualificados e explorar oportunidades de recrutamento mais inclusivas.

A iniciativa voltou a demonstrar a importância de criar pontes entre talento e oportunidade, promovendo o encontro entre pessoas com deficiência motora e organizações comprometidas com a diversidade e a inclusão.

Os resultados já começam a surgir: esta edição já deu origem à colocação de um dos participantes, um resultado muito positivo que evidencia o impacto concreto do projeto e o potencial destas iniciativas para promover uma maior inclusão no mercado de trabalho.

Um agradecimento especial aos nossos mecenas, BNP Paribas e Fundação Ageas, pelo seu apoio a esta iniciativa, bem como aos membros do júri do Grupo Lusíadas Saúde, Santander e Nova SBE, cuja participação foi fundamental para o sucesso deste evento.

A Associação Salvador continua assim a trabalhar para eliminar barreiras ao emprego, capacitando candidatos, sensibilizando empresas e contribuindo para a construção de ambientes profissionais mais acessíveis e inclusivos.

As operações NORTE2030-FSE+-01796800 e LISBOA2030-FSE+-0180360 são apoiadas pela Portugal Inovação Social, Portugal 2030 e União Europeia. Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si. 

Associação Salvador renova parceria com a Via Direta

Na Associação Salvador acreditamos que as melhores parcerias são construídas com base na confiança, na partilha de objetivos e na procura constante da excelência. A colaboração com a Via Direta é um exemplo desse espírito.

Ao longo desta colaboração, a Via Direta tem demonstrado elevados padrões de qualidade, garantindo respostas rápidas e alinhadas com as nossas necessidades. A eficiência operacional, o acompanhamento próximo e a simpatia dos motoristas têm permitido otimizar processos e assegurar uma experiência cada vez mais positiva para todos os envolvidos.

Agradecemos à Via Direta o profissionalismo e empenho demonstrados, certos de que continuaremos a construir soluções que geram impacto positivo e valor para a nossa comunidade.

Ação de Sensibilização na Estação do Rossio Assinala Arranque da equipa de trabalho da CP dedicada à acessibilidade

No passado dia 6 de maio, a Associação Salvador participou numa ação de sensibilização em contexto real na Estação do Rossio, integrada no arranque da equipa de trabalho da CP dedicada à acessibilidade.

Esta iniciativa resulta da colaboração entre a Associação Salvador e a CP – Comboios de Portugal, reforçando o compromisso conjunto com a promoção da acessibilidade e da mobilidade inclusiva. Enquanto organização que trabalha diariamente para a inclusão das pessoas com deficiência motora, a Associação Salvador tem contribuído ativamente para a identificação de desafios e oportunidades de melhoria que permitam tornar os transportes ferroviários mais acessíveis para todos.

Ao longo do percurso realizado na estação, os participantes tiveram a oportunidade de partilhar experiências, observar situações reais e identificar oportunidades concretas para tornar o caminho da acessibilidade mais inclusivo e eficaz. Esta abordagem prática permitiu promover uma maior consciencialização sobre as barreiras que ainda existem e sobre a importância de desenvolver soluções centradas nas necessidades dos utilizadores.

A criação desta equipa de trabalho representa mais um passo relevante na construção de uma rede de transportes cada vez mais acessível, refletindo a importância do trabalho colaborativo entre a CP e entidades da sociedade civil, como a Associação Salvador. Através desta parceria, pretende-se continuar a promover iniciativas que contribuam para uma mobilidade mais autónoma, segura e inclusiva para todas as pessoas.

Associação Salvador celebra a inclusão e destaca “O que conta” na Cerimónia da Inclusão 2026

Realizámos mais uma edição da sua Cerimónia da Inclusão, este ano subordinada ao tema “O que conta”, reunindo mecenas, parceiros, voluntários, beneficiários e equipa numa tarde dedicada à celebração do impacto coletivo e da inclusão.

Num momento de encontro e partilha, a cerimónia convidou todos os presentes a refletir sobre aquilo que verdadeiramente importa. Num contexto em que frequentemente prevalecem os resultados, os números e as métricas, a Associação Salvador destacou o valor das pessoas, das oportunidades criadas, da autonomia conquistada, da confiança construída e do impacto gerado em conjunto.

Ao longo da tarde, foram partilhadas histórias inspiradoras, testemunhos de mudança e exemplos concretos de como a inclusão continua a transformar vidas, reforçando a importância do compromisso de todos os que contribuem para a missão da Associação.

A cerimónia contou ainda com a presença e o apoio dos seus mecenas. Na categoria Platina, a Brisa Autoestradas, a Fundação Santander Portugal, a Semapa e a Fundação Pedro Queiroz Pereira. Como Mecenas Ouro, o novobanco, a Stannah Portugal e a REN. Na categoria Prata, a Super Bock, a EY Portugal, a Bondstone, a bp Portugal, a Delta Cafés, a BNP Paribas Portugal, a Fundação Ageas e a Locarent. Como Mecenas Bronze, a Prévoir Portugal, a Europcar Portugal, a Liftech Elevadores, a Zurich Portugal e a Teleflex.

A apresentação esteve a cargo de Laurinda Alves. A sessão incluiu intervenções de Thomas Marra, Country Manager da Gi Group Holding Portugal, de Gonçalo Reis, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e do ator Ricardo Carriço. O momento musical foi assegurado por Rúben Portinha.

A cerimónia decorreu no Oriente Green Campus, com o apoio da Gi Group Holding Portugal, contando ainda com o contributo da Eurest Portugal, responsável pelo catering, da Guerin, que assegurou o transporte.

Sob o mote “O que conta”, reforçámos a mensagem de que a inclusão se constrói em conjunto e que o verdadeiro impacto nasce da colaboração entre pessoas, organizações e parceiros que acreditam numa sociedade mais inclusiva.

A Associação Salvador agradece a todos os que tornaram esta edição da Cerimónia da Inclusão possível e que, diariamente, contribuem para fazer a diferença.

Mérito ou Privilégio?

Vamos fazer um exercício simples, mas profundamente transformador: suspender, por instantes, a posição que ocupamos. O nosso estatuto. O nosso percurso. Os privilégios e os obstáculos que moldaram a nossa trajetória. E perguntar: que regras consideraríamos justas se não soubéssemos qual seria o nosso lugar de partida?

Esta reflexão aproxima-se diretamente da teoria filosófica de John Rawls, em especial do conceito de “véu da ignorância”, apresentado em Uma Teoria da Justiça. Rawls defendia que uma sociedade justa é aquela cujas regras seriam escolhidas por pessoas que desconhecem a posição que irão ocupar nessa mesma sociedade. Sem saber se nascerão ricas ou pobres, com ou sem deficiência, homens ou mulheres, no fundo, pertencentes a um grupo hegemónico ou a um grupo oprimido. O objetivo não é eliminar o mérito, mas garantir que as oportunidades não dependem exclusivamente das circunstâncias de nascimento.

Porque a verdade é esta: o mérito nunca existe num vazio.

Duas pessoas podem correr a mesma corrida, mas não partem necessariamente da mesma linha. Uma pode crescer num contexto de estabilidade financeira, acesso à educação, rede de contactos e reconhecimento social. Outra pode enfrentar discriminação, barreiras arquitetónicas, preconceitos, insegurança económica ou ausência de referências. Quando ignoramos estas diferenças estruturais, corremos o risco de confundir privilégio acumulado com mérito individual.

O sociólogo Pierre Bourdieu aprofundou precisamente esta ideia através do conceito de “capital cultural”. Segundo Bourdieu, determinados comportamentos, formas de comunicação, conhecimentos e códigos sociais são valorizados pelas instituições porque refletem a cultura dominante. Ou seja, aquilo que muitas vezes é interpretado como “talento natural” pode, na realidade, resultar de vantagens sociais herdadas e invisíveis.

Também Michael Sandel, filósofo contemporâneo e autor de The Tyranny of Merit, alerta para os perigos de uma sociedade excessivamente meritocrática. Quando acreditamos que o sucesso resulta apenas do esforço individual, tendemos a concluir que quem não alcança determinadas posições simplesmente “não trabalhou o suficiente”. Esta visão ignora desigualdades estruturais e reduz empatia social. Mais grave ainda: transforma privilégios em mérito moral.

Nas organizações, esta reflexão torna-se particularmente relevante. Quantas decisões são influenciadas por enviesamentos inconscientes? Quantas oportunidades surgem através de redes informais? Quantas pessoas são avaliadas segundo critérios que favorecem perfis mais próximos da norma dominante? A própria Academia Salvador, projeto mais recente da Associação Salvador que procura disseminar conhecimento na

área de DEI, destaca que uma cultura inclusiva não analisa o mérito isoladamente das condições de partida e reconhece que os enviesamentos influenciam decisões mesmo sem intenção discriminatória.

Falar sobre privilégio não significa negar esforço, dedicação ou competência. Significa reconhecer que algumas pessoas tiveram menos barreiras para demonstrar esse talento. E que igualdade não é tratar todas as pessoas da mesma forma, mas criar condições para que todas tenham oportunidades reais de participação, desenvolvimento e reconhecimento.

Talvez a verdadeira pergunta não seja “quem merece mais?”, mas antes: “que condições estamos a criar para que o mérito possa realmente emergir?”

Porque uma sociedade verdadeiramente justa não é aquela que finge que todos começaram no mesmo lugar. É aquela que tem coragem de olhar para as diferenças de partida e agir sobre elas.

Associação Salvador leva tema da inclusão no emprego à Assembleia da República

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Durante esta sessão, a Associação Salvador apresentou os resultados do estudo de diagnóstico que desenvolveu sobre os principais obstáculos à integração das pessoas com deficiência motora no mercado de trabalho. A análise revelou um conjunto de barreiras persistentes que continuam a limitar o acesso a oportunidades profissionais mais justas, acessíveis e inclusivas: 

 

  • 48,9% dos inquiridos revela ter sido descartado durante o processo de recrutamento durante o processo de recrutamento 
  • 44,3% dos inquiridos sentem que as suas capacidades são subestimadas  
  • perto de 35% refere que o processo de procura de emprego afeta negativamente a sua auto estima 
  • 23,5% dos inquiridos já recusaram ofertas de emprego devido à inacessibilidade dos posto de trabalho, à exigência física excessiva ou à falta de flexibilidade  
  • 32,6% dos inquiridos enfrentam custos adicionais relacionados com a deficiência para poderem ir trabalhar, como é o caso do pagamento de deslocações ou da aquisição de produtos de apoio  
  • 27,7% dos inquiridos manifestam receio de perder prestações sociais ao aceitar um emprego  

 

Apesar dos progressos feitos nos últimos anos, continuam a existir muitas barreiras à integração profissional, desde a falta de acessibilidades até ao preconceito e à burocracia. A Associação Salvador mantém o compromisso de continuar a trabalhar diariamente para construir uma sociedade mais acessível, justa e inclusiva para todos.  [/vc_column_text][us_btn label=”Ver audição completa” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fcanal.parlamento.pt%2Fcid%2F9596%2Faudicao-associacao-salvador%22%7D” align=”center” css=”%7B%22default%22%3A%7B%22margin-top%22%3A%221rem%22%7D%7D”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row]

5.ª Edição da Walkathon: Mais de 300 Participantes pela Inclusão

Nas manhãs dos dias 16 e 17 de maio, a solidariedade voltou a dar passos firmes com a realização da 5.ª edição da Walkathon, uma iniciativa que reuniu centenas de participantes em Lisboa e no Porto em torno de uma causa comum: promover a inclusão das pessoas com deficiência motora e contribuir para uma sociedade mais inclusiva, onde a diferença é respeitada, valorizada e reconhecida como um fator de enriquecimento coletivo.

A edição deste ano contou com 157 participantes no Porto e 148 participantes em Lisboa, num total de 305 pessoas que aceitaram o desafio de caminhar por uma causa maior. Foi um momento de convívio, partilha e sensibilização, reforçando a importância da participação ativa de todos na construção de uma comunidade mais acessível e inclusiva.

Grande parte dos participantes integrou equipas representando diversas empresas, demonstrando o crescente compromisso do tecido empresarial com a responsabilidade social e a inclusão. Entre as organizações presentes estiveram a Mindera, Adidas, Synopsys, Hotel InterContinental Porto, Hotel Crowne Plaza Porto, Teleperformance, Cleva, Prévoir, MDS, 321 Crédito, Proman Search, Banco CTT e Ascendi.

A Walkathon contou igualmente com a participação de várias famílias e grupos de amigos, que fizeram questão de se associar à iniciativa e contribuir para o sucesso desta edição, tornando o ambiente ainda mais participativo e inspirador.

A concretização desta iniciativa só foi possível graças ao apoio dos parceiros que acreditam na importância de promover uma sociedade mais inclusiva. Um agradecimento especial à Prévoir, patrocinador da iniciativa e nossos mecenas, bem como à Bagarinho, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal do Porto, Proman Search, Compal, Enerre, Farmácia Fontes Pereira de Melo, Guerin, Nestlé, Nodoito, Saborosa e Solinca, cujo contributo foi fundamental para a realização deste evento.

A todos os participantes, parceiros, voluntários e apoiantes, o nosso sincero agradecimento. O entusiasmo e a dedicação de cada um demonstram que, quando caminhamos juntos, damos passos importantes para construir uma sociedade mais justa, acessível e inclusiva para todos.

Lideranças Inclusivas: A teoria dos 6 Cs

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Liderança Inclusiva é essencial num mundo que é cada vez mais interligado e diverso. A conscientização sobre a importância desta abordagem é o primeiro passo para transformar culturas organizacionais, promovendo ambientes onde todas as vozes são ouvidas e valorizadas. Quando os líderes reconhecem e mitigam os seus próprios vieses, abrem espaço para a inovação, melhoram o envolvimento e fortalecem o sentido de pertença nas suas equipas. A adoção de práticas de liderança inclusiva não apenas impulsiona a performance organizacional, como também contribui para a construção de sociedades mais justas e equitativas, onde a diversidade é vista como uma vantagem estratégica.

Desenvolvida por Juliet Bourke, a teoria dos 6 Cs da Liderança Inclusiva1 fornece um guia prático para líderes que desejam criar ambientes de trabalho mais equitativos, inovadores e produtivos.

Compromisso (Commitment)

Líderes Inclusivos sabem que investir tempo, energia e apoio nas pessoas promove locais inclusivos. Com esse compromisso, capacitam e inspiram outras pessoas a alcançarem o seu potencial.

Coragem (Courage)

Líderes Inclusivos desafiam o status quo e têm a coragem de enfrentar preconceitos, estereótipos e práticas injustas, mesmo quando isso significa tomar decisões impopulares. Estando dispostos a assumir riscos na defesa da inclusão.

Conhecimento Cognitivo (Cognizance of Bias)

Líderes Inclusivos entendem que vieses pessoais e organizacionais restringem o campo de visão e impedem a tomada de decisão objetiva. Trabalham para identificar os seus próprios vieses de forma a influência dos mesmos nas suas decisões. Procuram a implementação de políticas, processos e estruturas para evitar que vieses organizacionais sufoquem a diversidade e inclusão.

Curiosidade (Curiosity)

Líderes Inclusivos têm mentalidade aberta e “fome” de novas perspetivas e experiências para minimizar “pontos cegos” e melhorar as suas decisões. A capacidade de se envolver, ouvir ativamente os outros e sintetizar ideias faz com que as pessoas se sintam valorizadas e respeitadas.

Inteligência Cultural (Cultural Intelligence)

Líderes Inclusivos trabalham efetivamente em diferentes culturas, reconhecendo como a sua visão pessoal é impactada pela sua cultura, e como os estereótipos culturais influenciam as suas expectativas sobre os outros. Sabem quando e como se adaptar, mantendo a sua autenticidade cultural.

Colaboração (Collaboration)

Por fim, Líderes Inclusivos entendem que a colaboração é o segredo para o desempenho e sucesso das equipas, promovendo a criação de locais de trabalho seguros, nos quais os colaboradores são capacitados para expressar as suas opiniões dentro do grupo, sem julgamentos ou punições, potenciando a diversidade de pensamento tão importante e fundamental para a colaboração dentro de uma equipa.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][vc_column_text]

Conclusão

A adoção dos 6 Cs da Liderança Inclusiva é uma responsabilidade ética e uma estratégia eficaz para melhorar o desempenho organizacional. Líderes que incorporam estes princípios estão melhor posicionados para construir equipas diversas e inovadoras, capazes de enfrentar os desafios de um mercado globalizado e em constante mudança. Ao promover uma cultura inclusiva, as empresas e organizações atraem e mantêm talentos, destacando-se como modelo de sucesso na sua área de atuação.

Deixamos-lhe um desafio: reflita sobre o seu nível de eficácia em cada característica e fazendo uma avaliação numa escala de 1 a 5 (sendo 1 ineficaz e 5 muito eficaz) e pense no que pode fazer para aumentar a sua eficácia nos 60 dias seguintes.

A Liderança Inclusiva é, neste sentido, um modelo essencial e uma vantagem competitiva para qualquer empresa ou organização.  A transformação pode ser feita, importa ter consciência do caminho e iniciá-lo, fazendo os ajustes de acordo com as aprendizagens que vão surgindo.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][vc_column_text]

Quer desenvolver líderes mais conscientes, inclusivos e preparados para os desafios atuais?

A Academia Salvador apoia empresas na capacitação de lideranças e equipas através de programas práticos sobre Liderança Inclusiva, gestão de diversidade e criação de culturas organizacionais mais equitativas.

Com formações adaptadas à realidade de cada organização, ajudamos a transformar intenção em ação — promovendo ambientes mais colaborativos, inovadores e sustentáveis.

Conheça os programas da Academia Salvador e dê o próximo passo na construção de uma liderança verdadeiramente inclusiva.

[/vc_column_text][us_separator size=”small”][us_btn label=”Saber mais” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Facademiasalvador.my.canva.site%2Fcalendario-2026%22%7D”][us_separator size=”small”][vc_column_text]Durante o mês de maio, assinalado como o Mês da Diversidade, a Associação Salvador, em parceria com a ConsumerChoice, irá partilhar conteúdos relevantes sobre diversidade e inclusão no contexto profissional. Acompanhe todos os conteúdos nas nossas redes sociais, bem como os artigos publicados no site.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Comunicação Inclusiva: um pilar para a transformação organizacional

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No cenário empresarial contemporâneo, a comunicação inclusiva é uma clara necessidade estratégica. A forma como uma organização comunica, tanto internamente quanto externamente, reflete os seus valores e o seu compromisso com a inclusão. Desenvolver uma comunicação inclusiva é fundamental para criar ambientes de trabalho que promovam a diversidade, a equidade e a participação de todos.

Políticas, princípios e práticas de comunicação inclusiva

As políticas de comunicação inclusiva estabelecem diretrizes claras sobre como as organizações devem comunicar-se com os seus colaboradores, clientes e outros stakeholders. Estas políticas não evitam apenas a discriminação, elas promovem ativamente a inclusão e a valorização de todas as vozes. Para serem eficazes, estas políticas precisam de ser integradas em todos os processos de comunicação da organização, desde a criação de conteúdos até à interação diária entre colaboradores e liderança.

Os princípios de inclusão na comunicação baseiam-se em valores como o respeito, a equidade e a acessibilidade. Na prática, isso significa garantir que todos os materiais de comunicação estejam disponíveis em formatos acessíveis, que respeitem as diferentes culturas e idiomas dos destinatários e que evitem preconceitos e estereótipos.

Além disso, as práticas de inclusão envolvem a promoção de uma cultura de feedback abertoonde todos os colaboradores se sintam à vontade para expressar suas opiniões e preocupações.

Normas para linguagem e comportamento inclusivos

A linguagem que usamos pode incluir ou excluir, muitas vezes de forma inconsciente. Normas para linguagem inclusiva são essenciais para garantir que a comunicação seja acessível e acolhedora para todos. Isso inclui:

– O uso de termos neutros em relação ao género, evitar expressões que possam reforçar estereótipos e garantir que a linguagem seja clara e compreensível;

– A formação contínua em linguagem inclusiva é uma prática recomendada para garantir que todos os colaboradores estejam alinhados com essas normas.

A comunicação inclusiva também se reflete no comportamento diário dentro da organização. Normas para comportamento inclusivo estabelecem expectativas sobre como os colaboradores devem interagir uns com os outros, promovendo o respeito mútuo e a colaboração. Estas normas devem ser claramente comunicadas e reforçadas por meio de formação e políticas de recursos humanos que incentivem a inclusão e a diversidade.

Comunicação inclusiva interna e externa

Uma comunicação interna inclusiva depende de canais de comunicação acessíveis e eficientes. Além disso, a criação de espaços onde os colaboradores possam compartilhar as suas ideias e preocupações, como fóruns ou grupos de discussão, é também essencial. Uma dica? Saiba que incluir os colaboradores no processo de comunicação interna não só melhora a eficácia das mensagens, mas também fortalece o sentimento de pertença e inclusão.

Externamente, a comunicação inclusiva reflete-se nas estratégias de marketing e publicidade. É crucial que as campanhas reflitam a diversidade do público-alvo e evitem perpetuar estereótipos. Além disso, as empresas devem esforçar-se para criar mensagens que sejam acessíveis a todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiências ou que pertencem a minorias culturais ou linguísticas. Outra dica? Recorde que envolver stakeholders externos, como clientes, fornecedores e comunidades, nas práticas de comunicação inclusiva é essencial para construir uma reputação sólida de inclusão.

Em suma, a comunicação inclusiva é uma peça fundamental para a construção de uma cultura organizacional que valoriza e promove a diversidade. Implementar políticas, normas e práticas que assegurem uma comunicação aberta, respeitosa e acessível a todos é essencial para que as organizações se mantenham competitivas e relevantes. Ao abraçar a inclusão na comunicação, as empresas cumprem o seu papel social e posicionam-se como líderes num mercado que valoriza a diversidade e a equidade.

[/vc_column_text][us_separator size=”small”][vc_column_text]

Quer transformar a sua organização num exemplo de inclusão?

A Academia Salvador é o centro de formação da Associação Salvador dedicado a capacitar empresas que querem tornar-se mais inclusivas, diversas e acessíveis. Através de programas práticos, workshops e formações especializadas, apoiamos equipas e lideranças na implementação de estratégias concretas de diversidade e inclusão no contexto profissional.

Invista numa cultura organizacional mais consciente, preparada e alinhada com os desafios atuais. Saiba mais sobre a Academia Salvador e descubra como podemos apoiar a sua empresa neste caminho.

[/vc_column_text][us_separator size=”small”][us_btn label=”Saber mais” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Facademiasalvador.my.canva.site%2Fcalendario-2026%22%7D”][us_separator size=”small”][vc_column_text]

Durante o mês de maio, assinalado como o Mês da Diversidade, a Associação Salvador, em parceria com a ConsumerChoice, irá partilhar conteúdos relevantes sobre diversidade e inclusão no contexto profissional.

Acompanhe todos os conteúdos nas nossas redes sociais, bem como os artigos publicados no site.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Um passo à frente para um emprego mais inclusivo

A promoção de um emprego mais inclusivo continua a ser uma prioridade, e estas iniciativas refletem esse compromisso. Durante a manhã, 15 candidatos subiram ao palco para partilhar os seus percursos, formação e experiências profissionais. Num ambiente de confiança e respeito, ficou evidente que o talento se afirma para além de qualquer limitação, colocando as competências no centro da conversa. Cada apresentação reforçou uma ideia clara: as capacidades não têm barreiras – e os processos de recrutamento também não devem ter. 

Durante a tarde, 22 empresas participaram em entrevistas com os candidatos, procurando identificar o alinhamento certo – seja para oportunidades imediatas, seja para futuras integrações. 

Esta iniciativa contou com o apoio dos mecenas BNP Paribas e Fundação Ageas. Um agradecimento também à Porto Business School pela disponibilização do espaço, bem como à RH Magazine e ao Hotel Moov Porto Norte pela colaboração. 

 

Este projeto insere-se no âmbito do PIS. A operação LISBOA2030-FSE+-0180360 é apoiada pelo Fundo Social Europeu, pelo Portugal 2030 e pela União Europeia.
Os Fundos Europeus, mais próximos de si.

Como Consignar o IRS: Guia Completo Passo a Passo

[vc_row][vc_column][vc_column_text]

A consignação do IRS é uma forma simples de apoiar uma instituição solidária sem qualquer custo para si. Ao consignar 1% do seu IRS, está a direcionar parte do imposto que iria para o Estado para uma entidade à sua escolha.

Neste guia explicamos como consignar o IRS passo a passo, quem pode beneficiar e porque este gesto pode ter um impacto real.


O que é a consignação do IRS?

A consignação do IRS permite que cada contribuinte doe 1% do imposto liquidado a uma entidade elegível (como associações, fundações ou instituições de solidariedade social).

Importante:
✔ Não paga mais imposto
✔ Não recebe menos reembolso
✔ Não tem qualquer custo adicional

Está apenas a decidir para onde vai uma pequena parte do imposto que já iria entregar ao Estado.


Quem pode consignar o IRS?

Qualquer contribuinte que entregue declaração de IRS em Portugal pode optar pela consignação.

Mesmo que tenha direito a reembolso, pode consignar 1%, o valor não é retirado do que vai receber.


Como consignar o IRS no Portal das Finanças (Passo a Passo)

Como fazer a Consignação de IRS – Declaração não automática:

1 – No Portal das Finanças, escolher a opção “Entregar IRS”, entregar a declaração de rendimentos (Modelo 3);

2 – Na Secção Rosto, verá, do lado esquerdo, o quadro 11. Aí, selecione o campo 1101 ( Instituições Particulares de Solidariedade Social  ou Pessoas Coletivas de Utilidade Pública).

3 – Nas Opções, selecione IRS e coloque o NIF da Associação Salvador: 506723364.

Como fazer a Consignação de IRS – Declaração automática

 

1 –  Na Pré-Liquidação do seu IRS, assinale a opção “Consignar 1% do IRS

2 – Escolha a 2ª opção: “Instituições particulares de solidariedade social ou pessoas coletivas de utilidade pública

3 – No campo para colocar o NIF da Entidade Beneficiária, digite o NIF da Associação Salvador: 506723364

O processo é simples e demora apenas alguns minutos.


Consignar o IRS reduz o meu reembolso?

Não.

Esta é uma das dúvidas mais comuns quando se pesquisa “consignar IRS reduz reembolso?”. A resposta é clara: não reduz o valor que vai receber nem aumenta o imposto a pagar.

O Estado abdica de 1% do imposto liquidado para apoiar a entidade escolhida por si.


Porque deve consignar 1% do seu IRS?

A consignação do IRS é:

  • Um gesto simples
  • Um ato solidário
  • Uma decisão consciente
  • Uma forma de gerar impacto real

Sem custos, sem burocracias complexas e com enorme impacto para as instituições que dependem deste apoio.

Agora que já sabe como consignar o IRS, pode transformar um simples gesto num verdadeiro impacto social.

Ao preencher a sua declaração este ano, não se esqueça de consignar 1%. Para si não tem custo. Para quem recebe, pode fazer toda a diferença.

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